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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Eternit é proibida de comercializar produtos que contenham amianto

A 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, atendendo a pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, deferiu liminar proibindo a Eternit S.A. de comercializar produtos que contenham amianto em sua composição. A decisão tem eficácia para todo o território fluminense.

Segundo a ação civil pública proposta pelo Promotor de Justiça Julio Machado Teixeira Costa, as telhas e caixas d´água de fibrocimento, fabricadas pela Eternit, contêm amianto branco, que é prejudicial à saúde.

O amianto branco, também conhecido como amianto crisotila − uma das inúmeras espécies de amianto existentes, reunidas sob o nome de amianto anfibólio −, é uma fibra mineral natural que, de acordo com vários estudos, causa vários males à saúde humana.

Entre as doenças geradas por esse elemento estão a asbestose (doença crônica pulmonar de origem ocupacional), cânceres de pulmão e do trato gastrointestinal e o mesotelioma − tumor maligno raro e de prognóstico sombrio −, que pode atingir tanto a pleura como o peritônio, e tem um período de latência em torno de 30 anos.

Na ação, o Promotor apresentou pareceres do Instituto Nacional de Câncer (INCA), da Agência de Proteção Ambiental Americana (EPA), da Fiocruz, da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), do Programa Internacional sobre Segurança das Substâncias Químicas (IPCS), da OMS e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França. Todos fazem referência ao fato de o amianto ser cancerígeno.

A Eternit, de acordo com Julio Machado, comercializa, portanto, produtos com amianto branco em clara desconformidade com a Lei Estadual que veda o seu uso. “Os prejuízos que vêm sendo causados ao consumidor são irreparáveis ou de difícil reparação. A atitude da Eternit expõe ao aumento do risco de câncer consumidores que adquiram e usem seus produtos, como o amianto branco”, assinalou o Promotor.

Fonte: MP/RJ 27/08/09.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Tumores de células germinativas primários do mediastino

Wilson José Couto*; Jefferson Luiz Gross; Daniel Deheinzelin; Riad Naim Younes

Trabalho realizado no departamento de Cirurgia Torácica do Centro de Tratamento e Pesquisa do Hospital do Câncer A.C. Camargo, São Paulo, SP

Os tumores de células germinativas primários do mediastino podem corresponder de 10% a 20% das neoplasias mediastinais. Ocorrem devido à transformação maligna de elementos germinativos sem evidência de um foco gonadal primário. Podem ser classificados de acordo com suas características morfológicas em: teratomas, seminomas, não seminomas (tumores do saco vitelino, carcinomas embrionários e coriocarcicoma), e tumores de células germinativas combinados sem componentes teratomatosos. O objetivo dessa revisão é analisar os diferentes tipos de tumores de células germinativas primários do mediastino no que diz respeito aos seus aspectos clínicos bem como as suas diferentes formas de abordagens terapêuticas.

Segue no próximo post.

Simpósio de Psico-Oncologia do ABC - Abertura com a Dra. Nise Yamagushi

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Quimioterapia

A quimioterapia consiste na aplicação de drogas antineoplásicas (maioria por via endovenosa) que têm como principal objetivo impedir o crescimento de um determinado tipo de tumor maligno.

Tais drogas agem sistemicamente (em todo o organismo) e, como todo medicamento, pode estar associado a efeitos colaterais ou indesejáveis. Estes efeitos estão cada vez mais bem manejados e controlados, tornando assim a quimioterapia moderna muito mais eficaz e segura.

A quimioterapia pode ser utilizada como tratamento principal (em leucemias e linfomas, por exemplo), adjuvante (após a cirurgia) ou neo-adjuvante (antes da cirurgia).

No caso da quimioterapia adjuvante, extensivamente usada em tumores de mama, cólon, ovários, entre outros, o objetivo é evitar o reaparecimento daquele tumor que foi retirado através da cirurgia. É uma medida preventiva.

Já a quimioterapia neo-adjuvante, também muito usada em tumores de mama, por exemplo, tem como objetivo principal diminuir o tamanho do tumor para uma posterior cirurgia, menos agressiva e com resultados estéticos melhores.

Outra modalidade de tratamento quimioterápico seria o uso de algumas drogas associado à radioterapia. Os maiores exemplos são para tumores de cabeça e pescoço e tumores do reto.

Fonte: site do IPC
http://www.institutoipc.com.br

domingo, 6 de setembro de 2009

O adoecer de cada órgão é uma forma inconsciente de proclamar o sofrimentos


Gostaria que houvesse alguém que ouvisse minha confissão:
Não um padre - não quero que me digam meus pecados;
Não minha mãe - não quero causar tristeza;
Não uma amiga - não entenderia o bastante;
Não um amante - seria parcial demais;
Não Deus - ele é tão distante.
Mas alguém que fosse ao mesmo tempo
O amigo,
O amante,
A mãe,
O padre,
Deus,
E ainda um estranho.
Não jugaria, nem interferiria
E quando tudo já tivesse sido dito
Desde o início até o fim,
Mostraria a razão das coisas,
Daria força para continuar
E para resolver tudo à minha própria maneira.
(Autor desconhecido).

A incapacidade que temos de comunicar com palavras os nossos pensamentos e sentimentos, faz com que falemos com a linguagem dos órgãos, o adoecer de cada órgão é uma forma inconsciente de proclamar o sofrimentos. Isso acontece por não conseguirmos de outra maneira.
Fale, fale sempre de seus sentimentos, coloque para fora tudo que for nocivo a sua mente e corpo, antes que isso sufoque e invada sua alma e assim comprometendo sua qualidade de vida, com o surgimento de uma doença.
Não queira ser um "engolidor de sapos", lembre-se que esses "sapos" vão sendo guardados e um dia pode vir a se manifezstar em forma de uma doença.

Bete/Psicóloga
CRP. 49278
Fone: 4226-1274 / 8125-1036