terça-feira, 28 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Dr. Paulo Benevento fala sobre isenção de IPI, ICMS e IPVA, quitação da casa própria e contas inativas do FGTS
Confira o vídeo 001, na seção "Forum: respostas em vídeo. Caso queira enviar a sua pergunta, clique ao lado na logomarca do Forum: direito dos pacientes (perguntas e respostas ou acesse www.onco-sp.blogspot.com.
Encontrar um sentido para a nossa própria vida é o único meio de encontrar um sentido para a morte

Diante da perda de alguém, ficamos mais reflexivos e pensativos e nos damos conta da nossa própria morte.
Sem vida, não há morte, e sem a morte não sei se conseguiríamos dar sentido e valor a vida. Não sei se suportaríamos viver para sempre. Tenho certeza que não. O valor que damos a vida, está justamente no fato de ela ser limitada e transitória. Se a imortalidade fosse possível, provavelmente, faria de nossa vida, em não muito tempo, algo sem graça, cansativo e sem vida, por mais paradoxal que pareça.
Por vezes precisamos pensar que a morte não nos pegará, nem aos que amamos, ou que pelo menos não nos pegará tão cedo. Se o jogo da vida é para todos nós, seu resultado final já é conhecido, resta-nos apenas a alternativa de usufuir ao máximo o prazer do próprio jogo, independente do resultado. Aceitar este jogo não é excluir por vezes a angústia da nossa consciência e da nossa finitude.
Muitas vezes buscamos na religião, sem entrar no mérito da fé de cada um, algum sentido para amenizar esse enigma da vida e da morte. O mais importante, é encontrar um sentido para a nossa própria vida, que é o único meio de encontrar um sentido para a morte e, encarar nosso fim com maior tranquilidade e menos angústia.
Todo processo de vida, é feito de chegadas e partidas, de perdas e ganhos, de nascimentos e mortes. A morte nada mais é que uma transformação, não existe planta sem a morte da semente, não existe borboleta sem a morte da lagarta, e naõ existe adulto sem a morte da criança que um dia fomos e assim como tantos outros exemplos do nosso dia a dia.
Agora aproveite para viver este momento, antes que o tempo o tranforme.
Bete Nogueira
Psicóloga Clínica - CRP. 06/49278
Falando mais um pouquinho em Ser Feliz.............

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis na sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem de ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei".
Ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu precis o de você".
É ter capacidade de dizer "eu te amo".
E principalmente dizer "eu me amo muito".
Pois,não espere somente dos outros, os elogios que você precisa e gostaria de escutar.
Deseje que a sua vida seja um jardim repleto de oportunidades para você ser feliz sempre.......
Uma excelente semana
Bete Nogueira
Psicóloga
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Entrevista com a Sra. Evelina Marques, Coordenadora da Casa de Apoio à Criança com Câncer da Fundação Santo André
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Entrevista com a Dra. Mônica de Mello, Médica especializada em Dermatologia, informando sobre o Câncer de Pele
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Um esclarecimento
Dica de leitura
Antonieta Barbosa, advogada e servidora pública aposentada, descobriu em 1998 ser portadora dessa assustadora doença – o câncer.
Submetida, enfrentou toda sorte de entraves burocráticos na busca pelos seus direitos. Convivendo com outros pacientes, especialmente no GAAPAC – Grupo de Apoio e Auto-Ajuda ao Paciente de Câncer em Recife, percebeu que havia muita desinformação sobre o assunto.
Passou a fazer palestras tentando conscientizar o maior número possível de pessoas e diante da enorme demanda por informações resolveu escrever o livro “CÂNCER – DIREITO E CIDADANIA” a fim de propiciar a todos a identificação dos seus direitos que existem no nosso sistema jurídico, de forma esparsa, confusa e controversa.
Um diagnóstico de câncer assemelha-se a uma “bomba-psicológica” e seu efeito devastador, a síndrome do câncer, acomete não apenas o paciente, mas toda a sua família.
Passado o primeiro impacto, força e coragem são necessárias para superar uma estressante ciranda médico-hospitalar. Cirurgias, quimioterapia, radioterapia, exames, medicamentos e seus efeitos colaterais, físicos, psicológicos e financeiros que variam da queda dos cabelos à queda da auto-estima e do saldo bancário.
O livro “CÂNCER – DIREITO E CIDADANIA”, além de trazer à tona toda a problemática do paciente de câncer, aponta os caminhos para que, da maneira menos desgastante possível, ele consiga identificar e reivindicar os direitos que irão lhe proporcionar uma melhor qualidade de vida.
http://www.antonietabarbosa.adv.br
Submetida, enfrentou toda sorte de entraves burocráticos na busca pelos seus direitos. Convivendo com outros pacientes, especialmente no GAAPAC – Grupo de Apoio e Auto-Ajuda ao Paciente de Câncer em Recife, percebeu que havia muita desinformação sobre o assunto.
Passou a fazer palestras tentando conscientizar o maior número possível de pessoas e diante da enorme demanda por informações resolveu escrever o livro “CÂNCER – DIREITO E CIDADANIA” a fim de propiciar a todos a identificação dos seus direitos que existem no nosso sistema jurídico, de forma esparsa, confusa e controversa.
Um diagnóstico de câncer assemelha-se a uma “bomba-psicológica” e seu efeito devastador, a síndrome do câncer, acomete não apenas o paciente, mas toda a sua família.
Passado o primeiro impacto, força e coragem são necessárias para superar uma estressante ciranda médico-hospitalar. Cirurgias, quimioterapia, radioterapia, exames, medicamentos e seus efeitos colaterais, físicos, psicológicos e financeiros que variam da queda dos cabelos à queda da auto-estima e do saldo bancário.
O livro “CÂNCER – DIREITO E CIDADANIA”, além de trazer à tona toda a problemática do paciente de câncer, aponta os caminhos para que, da maneira menos desgastante possível, ele consiga identificar e reivindicar os direitos que irão lhe proporcionar uma melhor qualidade de vida.
http://www.antonietabarbosa.adv.br
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terça-feira, 14 de julho de 2009
Dr. Paulo Benevento fala sobre a portabilidade de carências
A portabilidade de carências é um direito que pode ser exercido por 7,5 milhões de beneficiários de planos e seguros saúde.
Mas, atenção, a portabilidade "vale" apenas para planos contratados a partir de 1999 ou para planos adaptados à Lei 9.656/98.
Os requisitos para que o segurado mude de plano "levando" consigo as carências já cumpridas são os seguintes:
a) estar em dia com as mensalidades do plano de saúde;
b) estar há pelo menos dois anos na operadora de origem. Caso tenha cumprido cobertura parcial temporária ou apresente doenças preexistentes, o prazo será de três anos. A partir da segunda portabilidade, o prazo de permanência passa a ser sempre de dois anos para qualquer caso;
c ) a mudança para outra operadora deve ser requerida entre o mês de aniversário do contrato e o mês seguinte;
d) a portabilidade não pode ser requerida para planos cancelados, com comercialização suspensa, cuja operadora encontre-se em processo de alienação compulsória de sua carteira, em processo de oferta pública do cadastro de beneficiários ou em liquidação extrajudicial;
e) a mudança só pode ocorrer entre planos equivalentes ou para um plano inferior. A aferição dessa condição obedecerá a alguns critérios, tais como abrangência geográfica, segmentação assistencial, tipo de contratação e faixa de preços. A ANS disponibilizará um aplicativo onde o beneficiário poderá verificar a compatibilidade dos planos para fins de portabilidade.
Mapa assistência médica
Beneficiários de planos individuais novos, de assistência médica, por Unidade Federal (dados de dezembro/2008)

Mapa exclusivamente odontológico
Beneficiários de planos individuais novos, exclucivamente odontológicos, por Unidade Federal (dados de dezembro/2008)

Legislação:
http://www.ans.gov.br/portal/site/legislacao/legislacao_integra.asp?id=1755&id_original=0
http://www.ans.gov.br/portal/site/legislacao/legislacao_lei_criacao.asp
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9656.htm
Mas, atenção, a portabilidade "vale" apenas para planos contratados a partir de 1999 ou para planos adaptados à Lei 9.656/98.
Os requisitos para que o segurado mude de plano "levando" consigo as carências já cumpridas são os seguintes:
a) estar em dia com as mensalidades do plano de saúde;
b) estar há pelo menos dois anos na operadora de origem. Caso tenha cumprido cobertura parcial temporária ou apresente doenças preexistentes, o prazo será de três anos. A partir da segunda portabilidade, o prazo de permanência passa a ser sempre de dois anos para qualquer caso;
c ) a mudança para outra operadora deve ser requerida entre o mês de aniversário do contrato e o mês seguinte;
d) a portabilidade não pode ser requerida para planos cancelados, com comercialização suspensa, cuja operadora encontre-se em processo de alienação compulsória de sua carteira, em processo de oferta pública do cadastro de beneficiários ou em liquidação extrajudicial;
e) a mudança só pode ocorrer entre planos equivalentes ou para um plano inferior. A aferição dessa condição obedecerá a alguns critérios, tais como abrangência geográfica, segmentação assistencial, tipo de contratação e faixa de preços. A ANS disponibilizará um aplicativo onde o beneficiário poderá verificar a compatibilidade dos planos para fins de portabilidade.
Mapa assistência médica
Beneficiários de planos individuais novos, de assistência médica, por Unidade Federal (dados de dezembro/2008)

Mapa exclusivamente odontológico
Beneficiários de planos individuais novos, exclucivamente odontológicos, por Unidade Federal (dados de dezembro/2008)

Legislação:
http://www.ans.gov.br/portal/site/legislacao/legislacao_integra.asp?id=1755&id_original=0
http://www.ans.gov.br/portal/site/legislacao/legislacao_lei_criacao.asp
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9656.htm
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, e relacionamnetos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Quando se fala de tratamento de câncer, muitos questionamentos e dúvidas aparecerem, mas é preciso ter certeza que você é a dono/a desse corpo e responsável pela recuperação física e emocional, em todo o processo da sua vida. Não deposite esta responsabilidade, somente, no médico, faça a sua parte e descubra, nas situações mais adversas, a sua felicidade, coragem e força que tenho certeza que você tem.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Quando se fala de tratamento de câncer, muitos questionamentos e dúvidas aparecerem, mas é preciso ter certeza que você é a dono/a desse corpo e responsável pela recuperação física e emocional, em todo o processo da sua vida. Não deposite esta responsabilidade, somente, no médico, faça a sua parte e descubra, nas situações mais adversas, a sua felicidade, coragem e força que tenho certeza que você tem.
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