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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Dr. Paulo Benevento fala sobre isenção de IPI, ICMS e IPVA, quitação da casa própria e contas inativas do FGTS

Confira o vídeo 001, na seção "Forum: respostas em vídeo. Caso queira enviar a sua pergunta, clique ao lado na logomarca do Forum: direito dos pacientes (perguntas e respostas ou acesse www.onco-sp.blogspot.com.

Encontrar um sentido para a nossa própria vida é o único meio de encontrar um sentido para a morte


Diante da perda de alguém, ficamos mais reflexivos e pensativos e nos damos conta da nossa própria morte.
Sem vida, não há morte, e sem a morte não sei se conseguiríamos dar sentido e valor a vida. Não sei se suportaríamos viver para sempre. Tenho certeza que não. O valor que damos a vida, está justamente no fato de ela ser limitada e transitória. Se a imortalidade fosse possível, provavelmente, faria de nossa vida, em não muito tempo, algo sem graça, cansativo e sem vida, por mais paradoxal que pareça.
Por vezes precisamos pensar que a morte não nos pegará, nem aos que amamos, ou que pelo menos não nos pegará tão cedo. Se o jogo da vida é para todos nós, seu resultado final já é conhecido, resta-nos apenas a alternativa de usufuir ao máximo o prazer do próprio jogo, independente do resultado. Aceitar este jogo não é excluir por vezes a angústia da nossa consciência e da nossa finitude.
Muitas vezes buscamos na religião, sem entrar no mérito da fé de cada um, algum sentido para amenizar esse enigma da vida e da morte. O mais importante, é encontrar um sentido para a nossa própria vida, que é o único meio de encontrar um sentido para a morte e, encarar nosso fim com maior tranquilidade e menos angústia.
Todo processo de vida, é feito de chegadas e partidas, de perdas e ganhos, de nascimentos e mortes. A morte nada mais é que uma transformação, não existe planta sem a morte da semente, não existe borboleta sem a morte da lagarta, e naõ existe adulto sem a morte da criança que um dia fomos e assim como tantos outros exemplos do nosso dia a dia.
Agora aproveite para viver este momento, antes que o tempo o tranforme.
Bete Nogueira
Psicóloga Clínica - CRP. 06/49278

Falando mais um pouquinho em Ser Feliz.............


Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis na sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem de ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei".
Ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu precis o de você".
É ter capacidade de dizer "eu te amo".
E principalmente dizer "eu me amo muito".
Pois,não espere somente dos outros, os elogios que você precisa e gostaria de escutar.
Deseje que a sua vida seja um jardim repleto de oportunidades para você ser feliz sempre.......
Uma excelente semana

Bete Nogueira
Psicóloga

Dr. Paulo Benevento: Vídeo 001 - Quitação de financiamento, contas inativas, isenção de IPI, ICMS e IPVA

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Entrevista com a Sra. Milza Garcia, Presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer de São Caetano do Sul, no programa Comunicação e Cidadania da Eco

Entrevista com a Sra. Silvia F. Marzano, informando sobre o Câncer de Próstata

Entrevista com a Sra. Evelina Marques, Coordenadora da Casa de Apoio à Criança com Câncer da Fundação Santo André

Entrevista com o Dr. Marcos R. Pinchiari, Cirurgião Dentista, informando sobre o Câncer Bucal

Entrevista com a Dra. Mônica de Mello, Médica especializada em Dermatologia, informando sobre o Câncer de Pele

Entrevista com a Sra. Odaléia Conde Lowy, Diretora do setor de Neurologia do Hospital das Clínicas

Entrevista com o Dr. Adriano Valente, presidente da casa Ronald McDonald's

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Um esclarecimento

Vocês devem ter percebido que agora nosso blog tem anúncios. Embora eles incodem um pouco, precisamos da pequena receita gerada pelos CLIQUES dos internautas, para manter o serviço em funcionamento, afinal, ele veio para ficar.

Paulo Benevento
Editor

Dica de leitura

Antonieta Barbosa, advogada e servidora pública aposentada, descobriu em 1998 ser portadora dessa assustadora doença – o câncer.

Submetida, enfrentou toda sorte de entraves burocráticos na busca pelos seus direitos. Convivendo com outros pacientes, especialmente no GAAPAC – Grupo de Apoio e Auto-Ajuda ao Paciente de Câncer em Recife, percebeu que havia muita desinformação sobre o assunto.

Passou a fazer palestras tentando conscientizar o maior número possível de pessoas e diante da enorme demanda por informações resolveu escrever o livro “CÂNCER – DIREITO E CIDADANIA” a fim de propiciar a todos a identificação dos seus direitos que existem no nosso sistema jurídico, de forma esparsa, confusa e controversa.

Um diagnóstico de câncer assemelha-se a uma “bomba-psicológica” e seu efeito devastador, a síndrome do câncer, acomete não apenas o paciente, mas toda a sua família.


Passado o primeiro impacto, força e coragem são necessárias para superar uma estressante ciranda médico-hospitalar. Cirurgias, quimioterapia, radioterapia, exames, medicamentos e seus efeitos colaterais, físicos, psicológicos e financeiros que variam da queda dos cabelos à queda da auto-estima e do saldo bancário.

O livro “CÂNCER – DIREITO E CIDADANIA”, além de trazer à tona toda a problemática do paciente de câncer, aponta os caminhos para que, da maneira menos desgastante possível, ele consiga identificar e reivindicar os direitos que irão lhe proporcionar uma melhor qualidade de vida.

http://www.antonietabarbosa.adv.br

terça-feira, 14 de julho de 2009

Dr. Paulo Benevento fala sobre a portabilidade de carências

A portabilidade de carências é um direito que pode ser exercido por 7,5 milhões de beneficiários de planos e seguros saúde.

Mas, atenção, a portabilidade "vale" apenas para planos contratados a partir de 1999 ou para planos adaptados à Lei 9.656/98.

Os requisitos para que o segurado mude de plano "levando" consigo as carências já cumpridas são os seguintes:

a) estar em dia com as mensalidades do plano de saúde;
b) estar há pelo menos dois anos na operadora de origem. Caso tenha cumprido cobertura parcial temporária ou apresente doenças preexistentes, o prazo será de três anos. A partir da segunda portabilidade, o prazo de permanência passa a ser sempre de dois anos para qualquer caso;
c ) a mudança para outra operadora deve ser requerida entre o mês de aniversário do contrato e o mês seguinte;
d) a portabilidade não pode ser requerida para planos cancelados, com comercialização suspensa, cuja operadora encontre-se em processo de alienação compulsória de sua carteira, em processo de oferta pública do cadastro de beneficiários ou em liquidação extrajudicial;
e) a mudança só pode ocorrer entre planos equivalentes ou para um plano inferior. A aferição dessa condição obedecerá a alguns critérios, tais como abrangência geográfica, segmentação assistencial, tipo de contratação e faixa de preços. A ANS disponibilizará um aplicativo onde o beneficiário poderá verificar a compatibilidade dos planos para fins de portabilidade.

Mapa assistência médica
Beneficiários de planos individuais novos, de assistência médica, por Unidade Federal (dados de dezembro/2008)



Mapa exclusivamente odontológico
Beneficiários de planos individuais novos, exclucivamente odontológicos, por Unidade Federal (dados de dezembro/2008)



Legislação:

http://www.ans.gov.br/portal/site/legislacao/legislacao_integra.asp?id=1755&id_original=0
http://www.ans.gov.br/portal/site/legislacao/legislacao_lei_criacao.asp
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9656.htm

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, e relacionamnetos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Quando se fala de tratamento de câncer, muitos questionamentos e dúvidas aparecerem, mas é preciso ter certeza que você é a dono/a desse corpo e responsável pela recuperação física e emocional, em todo o processo da sua vida. Não deposite esta responsabilidade, somente, no médico, faça a sua parte e descubra, nas situações mais adversas, a sua felicidade, coragem e força que tenho certeza que você tem.