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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Quem somos

OncoSP é um guia oncológico desenvolvido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer do Estado de São Paulo, em parceria com o Diário do Grande ABC. Nosso intuito é oferecer ao público informações de qualidade e de fácil compreensão.

É um serviço de utilidade pública, sem fins lucrativos, vinculado à Rede Feminina de Combate ao Câncer do Estado de São Paulo, entidade que representa e assessora, em nosso Estado, a quase trezentas outras associações irmãs.

Para atingirmos estes objetivos, tivemos que pensar estrategicamente. Surgiram então, alguns princípios, que orientam o trabalho de toda equipe envolvida com o site.

Um dos mais relevantes é o da “acessibilidade”. Significa que o OncoSP existe para ser lido e compreendido por um público de formação média. Nossos posts não têm pretensões científicas ou acadêmicas. São textos informativos, apenas. O vocabulário utilizado nos artigos também deve ser acessível para a maioria dos leitores. Com isso, pretendemos atingir o maior número de pessoas.

Outro princípio importante é o da “colaboração”. Sem o envolvimento voluntário de uma equipe de colaboradores, médicos, terapeutas, psicólogos, advogados, revisores, digitadores, tradutores, etc, o projeto não sairia do papel.

O princípio da “notória especialização” limita a produção de artigos, vídeos e de posts, em geral. Significa que os autores das matérias são pessoas, realmente, envolvidas com o câncer, na sua respectiva área de atuação. Por exemplo, se você encontrar uma matéria sobre, digamos, câncer de pulmão, pode estar certo de que o autor é um profissional renomado, com notória especialização neste tipo de neoplasia.

OncoSP é mantido com recursos da Rede Feminina de Combate ao Câncer do Estado de São Paulo. É evidente que a manutenção do projeto depende de patrocínio. Daí o princípio das “parcerias estratégicas”. Significa que só admitimos, como patrocinadores, empresas idôneas, com projetos sérios de atuação social responsável.

Paulo Benevento
Editor

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Fale conosco

Editor:
Paulo Benevento
paulobenevento@aasp.org.br
(11) 4043-3620
Segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h00

Os guias da ANS são bacanas

Uma boa dica, para os segurados que querem saber mais sobre planos e seguros-saúde, são os guias da ANS. Você pode baixar os manuais da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, pelo site da agência. O endereço é esse:

http://www.ans.gov.br/portal/site/Biblioteca/biblioteca_topico_17701.asp

Copie e cole no navegador.

Aviso: você recebeu o e-mail "Atualização sobre Câncer"?

Nem vem muito ao caso, mas já que me veio à cabeça, vou dizer: há um ditado árabe que diz assim: "Confie em Deus! Mas amarre o seu camelo".

(Ben), prudência não faz mal a ninguém.

Vem circulando pela internet um e-mail com "dicas" e "atualidades" do Instituto Johns Hopkins, sobre prevenção. É falso!

Recebi o tal, dia desses. Desconfiado, entrei no site do próprio Johns Hopkins e pesquisei, até achar uma nota do Instituto, desmentindo a autoria da pesquisa.

Impressiona. Um tal sujeito se dispõe a utilizar o nome de um instituto sério como o Hopkins, para divulgar idéias absurdas. Num momento, o texto diz que não se deve usar recipiente de plástico, para esquentar comida no microondas. Entre outras dicas, "muito interessantes", isso também evitaria o câncer.

Até cheguei a gostar de uma parte que fala da alimentação. Não fosse a canalhice do sujeito que veiculou o e-mail, a dica gastronômica até renderia algum elogio. Quando alguém recomenda alimentação saudável e balanceada convence a gente de quase tudo.

Omissão da Goldem Cross podia ser fatal

A Goldem Cross recusou-se a emitir a senha correta para colocação de cateteres em uma paciente que teria que ser operada com absoluta urgência. A paciente descobriu que tinha um câncer de cólo de útero extremamente agressivo, mas não podia retirar o órgão, porque a operadora não liberava a senha correta para o procedimento.

A situação piorou, por causa do Carnaval. Nestes dias há maior dificuldade para se obter uma liminar que possa ser cumprida com a urgência que o caso exigia.

O código que a operadora insistia em fornecer era o 56010060 - cateterismo uretral bilateral. Segundo o urologista responsável, o código correto era o 56040040 - desbloqueio endoscópico bilateral. O primeiro procedimento não inclui o material necessário, nem anestesia.

A Rede Feminina de Combate ao Câncer do Estado de São Paulo foi acionada. Foram quase três horas de insistência do Departamento Jurídico da Rede Estadual, com a direção da operadora. Finalmente, a empresa cedeu.

O médico urologista marcou, imediatamente, o procedimento, para colocação dos cateteres.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Ainda um pouco...

Bem, passado o carnaval, voltamos todos à ativa. Temos diversas reuniões marcadas para os próximos dias. Várias coisas para definir. A empresa encarregada da produção dos vídeos informativos já está, praticamente, definida. Faltam apenas alguns detalhes. Os cenários estão sendo providenciados, também. Estamos obtendo grande número de adesões de colaboradores, médicos, psicólogos, voluntários, etc. Em breve, o OncoSP estará recheado de informações acessíveis e de qualidade. Os vídeos sobre direitos dos pacientes terão um novo formato. Vários profissionais de altíssimo gabarito manterão artigos e posts periódicos no site. Um pouco mais de paciência.

Um abraço a todos.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Novo vídeo

Há novidades em nossa seção de vídeos. confira.

Médico de São Paulo faz exames gratuitos para populações carentes dentro de carreta

São Paulo - O médico Roberto Kikawa criou um projeto inovador: uma carreta da saúde capaz de atender 200 pacientes e realizar 600 exames por dia. Com um investimento de R$ 2,7 milhões, o doutor Kikawa reuniu uma equipe com cerca de 25 profissionais e atendeu hoje (5), em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, aproximadamente 100 pessoas da comunidade.

"Queria reunir as três esferas para fazer um diagnóstico do câncer nas pessoas o quanto antes: as empresas, o governo e a sociedade", comentou Kikawa.

Segundo o médico, a intenção era fazer "uma ponte" entre os atendimentos primários e o tratamento dos pacientes. "A demora pelo exame impede que se detecte o câncer no início. Esta iniciativa é importante porque também desonera os hospitais dos custos dos exames", afirmou.

A auxiliar administrativa Maria Aparecida Faria fez uma mamografia há mais de dez anos. "Tem um ano que estou na fila para tentar fazer a outra", disse.

Hoje, Maria Aparecida foi atendida pela equipe do doutor Kikawa, que, segundo ela, a poupou de um ano de espera. "Como não tenho convênio médico, dependo do posto de saúde, que tem uma fila de espera de dois anos. Esta foi uma oportunidade única", disse.

Além da mamografia, os médicos conseguem também prestar atendimento nas especialidades de cardiologia, oftalmologia e dermatologia, entre outras.

"Nós queremos dar instrumentos para as pessoas se tratarem, Estes instrumentos não são apenas tecnológicos, o atendimento humano é essencial", afirmou Kikawa, que já viveu esse tipo de problema na própria família, quando era estudante de medicina e o pai morreu de câncer de laringe. "Naquela época conheci um médico japonês voluntário que me explicou que a família também ficava doente e era preciso tratá-la", lembrou.

Segundo Kikawa, essa foi uma das motivações que o levaram à atender famílias cujos parentes não tinham mais nenhuma possibilidade clínica de cura. "Depois de 15 anos de atendimento, percebi que precisava previnir e educar as pessoas", afirmou.

O médico revelou que a idéia da carreta surgiu depois de uma visita aos Estados Unidos, onde conheceu um projeto semelhante. No começo do ano passado, conseguiu viabilizar o projeto no Brasil.

Kikawa informou que, em 2008, conseguiu prestar 3.500 atendimentos. Ele revelou que mais de 40 cidades no país estão agendadas para receber a visita da carreta da saúde. "Entramos em contato com a Secretaria de Saúde de cada município. Além dos tratamentos, também damos palestras", disse.

Fonte: Agência Brasil.


Sem acesso à prevenção, agricultores são principais vítimas do câncer de pele

Brasília - Os agricultores são as principais vítimas do câncer de pele. Eles são os mais afetados pela doença, que concentra 25% de todos os casos de câncer registrados no país, por causa da constante exposição ao sol.

Um pesquisa realizada pela regional de Pernambuco da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), mostrou que municípios sem praias têm incidência de câncer de pele 40% maior do que os de regiões litorâneas e que os trabalhadores rurais os mais atingidos pela doença.

Segundo a dermatologista e coordenadora da Campanha Contra o Câncer de Pele da SBD, Selma Schuartz Cernea, dois fatores influenciam a ocorrência da doença: a pele clara e a alta exposição ao sol.

Para o dermatologista do Hospital do Câncer de Pernambuco, Luís Mário Campos, no caso dos agricultores, no entanto, a falta de acesso ao protetor solar e o baixo índice de instrução sobre a necessidade de prevenção também são fatores determinantes.

“Devido ao baixo índice de educação, ele usam pouco material para evitar os raios ultravioletas”, disse.

Embora o protetor solar seja uma arma eficaz na prevenção do câncer de pele, seu custo ainda é alto, dificultando o acesso ao produto. De acordo com a dermatologista, Selma Schuartz Cernea, a SDB está buscando medidas para tornar o protetor mais barato e, assim, mais acessível.

“O filtro solar entra na categoria de cosméticos, que tem impostos maiores. O custo se torna um impedimento para o uso. Nós temos feitos tentativas para mudar a legislação para que o protetor se torne medicamento e, assim, se torne um produto acessível”, explicou.

Enquanto isso não acontece, ela recomenda outras medidas para prevenir a doença. As pessoas que trabalham expostas ao sol, por exemplo, devem usar camisas de manga comprida, calças e chapéus com abas largas que protejam também a nuca e as orelhas.

Fonte: Agência Brasil.

Entidade usa estudo que não avalia riscos à saúde para defender uso do amianto

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Proibido pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) de divulgar uma campanha em defesa do amianto, o Instituto Brasileiro do Crisotila (IBC) mantém a tese de que o uso de telhas e caixas d´água de amianto não oferece risco às pessoas.

Em nota enviada à redação na última quinta-feira (6), o instituto contestava uma matéria sobre a proibição do uso de amianto em órgãos ligados ao Ministério do Meio Ambiente, publicada pela Agência Brasil. O instituto pedia um esclarecimento “à população e aos órgãos de imprensa brasileiros” de que o uso de telhas e caixas d´água de amianto não são prejudiciais à saúde humana.

No texto, o IBC afirmava não existir na literatura médica mundial nenhum registro de pessoa que tenha desenvolvido alguma doença associada ao uso de material onde o amianto tenha sido empregado.

Para reforçar a tese de que a exposição ao produto não oferece riscos, o IBC menciona um estudo desenvolvido em 2006 pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), de São Paulo. De acordo com o IBC, o trabalho teria “concluído que as fibras de amianto permanecem amalgamadas ao cimento, não se soltando dessa matéria-prima nem sob as mais severas condições”, razão pela qual seria “necessário tranquilizar a população brasileira”.

Procurado, o IPT informou ter sido contratado pelo próprio IBC para realizar esse estudo, mas explicou que o trabalho tratou exclusivamente de aspectos técnicos referentes à forma como a fibra de amianto se “liga” ao cimento das telhas. O estudo não levou em consideração aspectos relacionados à saúde, “o que não é uma especificidade desse instituto”, garantiu a assessoria. O IPT afirmou ainda que a conclusão a respeito de aspectos relacionados à saúde humana é responsabilidade dos representantes do instituto do crisotila, e não de seus pesquisadores.

Hoje (12), por telefone, a presidente do IBC, Marina Júlia de Aquino, admitiu a existência de estudiosos que sustentam que o amianto pode provocar doenças, principalmente em quem trabalha com o produto. "O interessante é que são os [estudos] mais antigos que falam que o amianto faz mal à saúde, mas isso porque, antes, realmente, havia uma verdadeira epidemia devido ao uso inadequado. De lá para cá, as empresas aprenderam a trabalhar tomando os cuidados necessários, por saber que ele faz mal à saúde [dos trabalhadores]."

Para a auditora-fiscal do Ministério do Trabalho em São Paulo, Fernada Giannasi, o uso indevido de estudos é frequente em meio ao que ela classifica como uma “guerra de informações”. Uma das fundadoras da Rede Virtual-Cidadã pelo Banimento do Amianto na América Latina e da Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea), Fernanda acusa o IBC de impedir que a população conheça os verdadeiros riscos do amianto ao tentar isentar o produto de riscos.

“Pura manipulação. E a opinião pública fica dividida em meio a essa guerra de informações. É extremamente prejudicial para o país o poder econômico usar a máquina que tem a sua disposição para gerar dúvidas e, assim, evitar que o país tome uma decisão política.”

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o amianto – ou asbesto, como também é conhecida a fibra – pode causar doenças como a asbestose (doença crônica pulmonar que provoca endurecimento do órgão), câncer de pulmão e mesotelioma de pleura (membrana que reveste o pulmão), pericárdio (membrana que reveste o coração) e peritônio (membrana que recobre a cavidade abdominal).

O Ministério da Saúde alegou que ainda está levantando informações sobre o assunto e preferiu não comentar o tema até ter dados conclusivos sobre a existência ou não de eventuais riscos à saúde humana.

A gerente de segurança química do Departamento de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Taís Pitta Cota, afirmou que, apesar de o amianto permanecer preso ao cimento, o risco à saúde existe quando o material é manipulado. “O problema é que, quando uma telha com amianto se quebra ou um trabalhador a perfura, há contaminação pela dispersão [das fibras].
O amianto é comumente encontrado em telhas, caixas d´água e até em pastilhas de freio de automóveis.

Fonte: agência Brasil

Instituto francês diz que até uma taça de vinho diária causa câncer

O mito de que uma taça diária de vinho não faz mal caiu por terra na França. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) no país publicou um documento que orienta os profissionais de saúde a combater o hábito de beber diariamente, que concerne 13,7% da população.

O motivo: em qualquer medida, bebidas alcoólicas podem causar câncer. O relatório se ampara nas conclusões de três institutos: o National Alimentation Cancer Research, o Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer e o Instituto Americano para a Pesquisa sobre o Câncer. O Inca coordena na França os estudos, além de orientar médicos na luta contra a doença.

Segundo o texto, o consenso acadêmico sobre os riscos do álcool são suficientes para que campanhas de esclarecimento sejam realizadas. “O consumo de bebidas alcoólicas está associado ao aumento do risco de diversos cânceres: de boca, de faringe, de laringe, de esôfago, colo-retal, do sangue e do fígado.” O documento alerta que o porcentual de aumento do risco está estimado tendo como base cada copo de álcool consumido por dia. O risco varia entre 9% a 168%.

“Em particular, o aumento do risco de cânceres de boca, de faringe e de laringe é estimado em 168% por copo de álcool consumido por dia.” O relatório descarta até a ingestão diária de pequenas doses, tradição no país. “O aumento do risco é significativo a partir do consumo médio de um copo por dia. O efeito depende do volume consumido, não da bebida alcoólica.”

Dominique Maraninchi, presidente do Inca, e Didier Houssin, diretor-geral de saúde, autores do texto, alertam que o etanol é metabolizado em acetaldeído (etanal), que pode gerar mutações no DNA. Na França, a recomendação tem peso de choque cultural. Desde 1960, o volume de consumo de bebidas alcoólicas vem caindo, mas o nível atual - de 12,9 litros por habitante por ano - é dos mais elevados. Em 2006, a Organização Mundial da Saúde indicou que 20,3% dos homens e 7,3% das mulheres com idades entre 12 e 75 anos bebem todos os dias no país. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Primeira pílula

Este é o editorial do site. Ele expressa sempre uma opinião. É o espaço do editor. As opiniões nem sempre coincidirão com as de outros colaboradores do site. Mas, não faz mal. Acho que isso é bom, porque gera discussões e melhorar o conteúdo do veículo.
Bem, para início de conversa, o baile beneficente, no Espaço Figueiras, dia 13 último, foi, no mínimo, surpreendente. O pessoal da Eletromídia soube organizar um evento agradável, de alto nível, bem servido e muito bem formatado. Para as Redes de Combate ao Câncer, que firmaram a parceria, o resultado foi muito positivo. Mas tenho uma ressalva. É que deixamos de divulgar este site, de maneira adequada, durante a festa. Teria sido uma boa oportunidade. Seja como for, todos estão de parabéns.

X ENCONTRO NACIONAL DE PROFISSIONAIS EM PESQUISA CLÍNICA

Tema Central: reavaliação de uma década e planejamento para o futuro
Dias 20 e 21 de março de 2009 – Novotel São Paulo Center Norte - São Paulo/SP.

A SBPPC possui dentre seus objetivos a integração dos diferentes profissionais do setor, bem como a divulgação do tema "Pesquisa Clínica" para a população leiga.

Veja o programa na íntegra, em nossa página de eventos.

X ENCONTRO NACIONAL DE PROFISSIONAIS EM PESQUISA CLÍNICA



Tema Central: Reavaliação de uma década e planejamento para o futuro
Dias 20 e 21 de março de 2009 – Novotel São Paulo Center Norte - São Paulo/SP

PROGRAMA


Dia 20 de março de 2009


09:00h - 09:10h – ABERTURA E COORDENAÇÃO DOS TRABALHOS
Dra. Conceição Accetturi – Presidente SBPPC


09:10h - 12:40h – CONFERÊNCIAS E DEBATE


09:10h - 09:40h – A criação da ANVISA
Dr. Gonzalo Vecina Neto – Superintendente Corporativo do Hospital Sírio Libanês


09:40h - 10:10h – Reavaliação de uma década e planejamento para o futuro
Dr. Dirceu Raposo de Melo – Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA


10:10h - 10:40h – As ações da SCTIE/MS para o desenvolvimento da pesquisa no país
Dr. Reinaldo Guimarães – Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos - SCTIE/MS


10:40h - 11:10h – coffee-break


11:10h - 11:40h – Incentivo financeiro público para a pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de saúde
Dr. Pedro Lins Palmeira Filho – Chefe do Departamento de Produtos Intermediários Químicos e
Farmacêuticos (DEFARMA) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES


11:40h - 12:10h – O desenvolvimento de Estudos Clínicos nas regiões Norte e Nordeste: desafios e perspectivas
Dr. Odorico Moraes – Pesquisador da Unidade de Farmacologia da Universidade Federal do Ceará - UFC


12:10h - 12:40h – DEBATE


12:40h - 13:00h – Entrega do Prêmio Profissional da Década


13:00h - 14:30h – Almoço


14:30h - 17:30h – Salas simultâneas:


Sala 1: O Brasil está preparado para os futuros Estudos Clínicos?
Coordenação: Dra. Suzanne Serruya – Consultora da OPAS no Centro Latino-Americano de Perinatologia/Saúde da Mulher e Reprodutiva, em Montevidéu (Uruguai)
Apoio: Dra. Conceição Accetturi – Presidente SBPPC


1- Farmacogenética
Dr. Sergio Paulo Bydlowski – Prof. Associado de Hematologia e Hemoterapia da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo e Membro Titular da Academia Nacional de Medicina


2- Terapia Celular
Dr. Alex Balduíno de Souza – Pesquisador e Orientador do Centro de Pesquisa em Terapia Celular e Bioengenharia
Ortopédica - CTCel – Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia - INTO


3- Pesquisa em Pediatria
Dra. Maria Elizabeth Lopes – Vice-Presidente da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro/RJ


Sala 2: Gestão da carreira dos profissionais de Pesquisa Clínica
Coordenação: Dr. Granville Garcia Oliveira - Consultor Especial da Presidência da ANVISA
Apoio: Dra. Magda Bignotto - Diretora SBPPC


1- O Coordenador de Estudos: plano de carreira, perfil profissional e remuneração; desafios para a próxima década
Dra. Greyce Lousana – Presidente Executiva SBPPC / Diretora Executiva da Invitare Pesquisa Clínica


2- O Monitor de Estudos: plano de carreira, perfil profissional e remuneração; desafios para a próxima década
Dra. Renata Berardocco – Membro da Comissão Técnica de Assessoramento da SBPPC


3- O Gerente de Pesquisa Clínica: interface com os monitores, Centros de Pesquisa, Laboratórios, ORPCs e demais terceiros; perfil profissional e desafios para a próxima década
Dra. Suely Kumagai Inoue – Senior Manager Development Operations – AMGEN

Sala 3: Os serviços terceiros na Pesquisa Clínica e seus desafios para a próxima década.
Coordenação: Sra. Lindalva Feitosa – Diretora SBPPC
Apoio: Sra. Claudia Tofaneto – Diretora SBPPC


1- Laboratório Clínico e Diagnóstico: como atender as exigências da Pesquisa Clínica
Sra. Renata Fowler – Gestora de Processos em Pesquisa Clínica - Diagnósticos da América S/A


2- ORPCs: Realidade e perspectivas do mercado nacional
Dra. Denise De La Reza – Diretora Executiva de Pesquisa Clínica - Oncopartners


3- Serviços de logística: o papel das empresas de logística na condução de estudos clínicos
Sr. Valter Francisco de Souza – Diretor Geral - World Courier do Brasil


16:00h – 17:30h


Sala 4: A “Lei Arouca” (Lei 11.794 de 08/10/08) e seu impacto na condução de estudos pré-clínicos e estudos
clínicos em animais
Coordenação: Dra. Greyce Lousana – Presidente Executiva SBPPC / Diretora Executiva da Invitare Pesquisa Clínica


Dia 21 de março de 2009


09:00h - 09:10h – ABERTURA DO 2º DIA E COORDENAÇÃO DOS TRABALHOS
Dra. Greyce Lousana – Presidente Executiva SBPPC


09:10h - 12:45h – CONFERÊNCIAS E DEBATE:


09:10h - 09:40h – Estudos Pré-Clínicos: o Brasil e a capacidade para a descoberta de novas moléculas
Dr. Jorge Samaha – Gerente de Pesquisas, Ensaios Clínicos, Medicamentos Biológicos e Novos –
GPBEN/GGMED/ANVISA


09:40h - 10:10h – O Brasil e sua interface com a OMS
Dr. Sérgio de Andrade Nishioka – Cientista do Departamento de Imunização, Vacinas e Biológicos,
Organização Mundial da Saúde - OMS


10:10h - 11:00h – Incentivos do FDA para o desenvolvimento de produtos dirigidos a Doenças Órfãs
Dr. Mathew T. Thomas, MD – Health Science Administrator, FDA


11:00h - 11:30h – coffee-break


11:30h - 12:20h – CFR Título 21 / Parte 11 (Dados eletrônicos – assinatura eletrônica)
Dr. Joel Martinez – CDER/DSI/FDA


12:20h - 12:45h – Debate


12:45h - 13:00h – Entrega do Prêmio Profissional de destaque de 2008 nas categorias “Monitoria de Estudos
Clínicos”; “Coordenação de Centros de Pesquisa Clínica” e “Ética e Boas Práticas Clínicas”


13:00h - 14:30h – Almoço


14:30h - 17:30h – Salas simultâneas:


Sala 5: Os Centros de Pesquisa sob o ponto de vista empresarial
Coordenação: Sra. Lindalva Feitosa – Diretora SBPPC
Apoio: Sra. Claudia Tofaneto – Diretora SBPPC


1- Negociação dos orçamentos com os patrocinadores
Dra. Irani Francischetto – Diretora do Centro de Diagnóstico e de Pesquisa da Osteoporose -
CEDOES – Vitória/ES


2- Negociação dos orçamentos com os Centros de Pesquisa
Dr. José Octavio Pinto Costa Filho – Diretor do Departamento Médico - Merck Sharp & Dhome
Brasil


3- Auditorias
Sra. Gisela Karic – Diretora Associada de Qualidade para a América Latina - PPD do Brasil

Sala 6: A indústria nacional e as perspectivas de inovação
Coordenação: Dr. Dirceu Raposo de Melo – Diretor Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
Apoio: Dra. Conceição Accetturi – Presidente SBPPC


1- A indústria de Medicamentos
Dr. Ciro Mortella - Presidente Executivo da Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica - FEBRAFARMA


2- A indústria de Cosméticos
Dr. João Carlos Basílio da Silva – Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria
e Cosméticos - ABHIPEC


3- A indústria de Produtos para a Saúde
Dr. Luiz Sérgio Marcelino Gomes - Diretor Científico da Sociedade Brasileira de Quadril - SBQ


4- A indústria de Alimentos
Dra. Yara Baxter – Diretora da Unidade de Negócios Oncologia – Novartis Biociências


Sala 7: O que se espera do sistema CEP/CONEP e as medidas que estão sendo tomadas para
minimizar os atuais problemas.
Coordenação: Dra. Aline Albuquerque de Oliveira - Advogada da União – Consultora Jurídica do Ministério da
Saúde - CONJUR/MS
Apoio: Dra. Magda Bignotto – Diretora SBPPC


1- Principais pontos críticos enfrentados pela CONEP e as medidas que estão sendo tomadas para
minimizá-los
Dra. Gysélle Saddi Tannous - Coordenadora da CONEP/CNS


2- Principais pontos críticos enfrentados por um Comitê de Ética em Pesquisa e as medidas que estão
sendo tomadas para minimizá-los
Dra. Marianne Pinotti – Membro Relatora do CEP EGIMAJAP – São Paulo/SP


3- Plataforma Brasil
Prof. Dr. Dalton Luiz de Paula Ramos – Membro Relator da CONEP/CNS


Sala 8: Estudos Clínicos de Segurança (Inocuidade e Carência) e Eficácia de Produtos para a Saúde Animal
Coordenação: Dra. Greyce Lousana – Presidente Executiva SBPPC / Diretora Executiva da Invitare Pesquisa Clínica


16:00h – 17:30h


Sala 9: Programa Life Skills: Prática de Gestão de Estresse para Profissionais em Pesquisa Clínica
Coordenação: Dra. Claudia Vasconcelos – Diretora SBPPC
Palestrantes: Dr. Alexandre Ghelaman – Neurologista do Comportamento, MBA Executivo em Saúde
Dr. Roberto Almeida – Psiquiatra, MBA em Gestão de Programas de Promoção da Saúde em Organizações


17:30h – 18:00h – Coquetel de encerramento


COMISSÃO ORGANIZADORA
Greyce Lousana – Presidente do Encontro
Conceição Accetturi
Lindalva Feitosa
Claudia Tofaneto
Claudia Vasconcelos
Magda Bignotto
Marianne Pinotti
Marilene Tamiko Abe
Suely Kumagai Inoue

Dr. Henrique Zanoni Fernandes explica o que é o câncer

O câncer é um grupo de mais de 100 doenças diferentes caracterizadas por crescimento de células anormal, descontrolado. Essas células formam um nódulo ou uma massa chamado tumor. Alguns cânceres, entretanto, como cânceres sanguíneos, não formam tumores. Tumores podem ser benignos (não-cancerosos) ou malignos (cancerosos). Tumores benignos podem crescer, mas eles não se espalham para outras partes do corpo e não são usualmente ameaçadores da vida. Tumores malignos crescem e invadem outros tecidos pelo corpo.

Às vezes o câncer se dissemina para os linfonodos. Um linfonodo é um órgão fino, no formato de um feijão, que filtram o fluido linfático, um fluido claro que tem uma função importante no sistema imune. Linfonodos são localizados em grupos em diferentes partes do corpo como pescoço, virilhas e debaixo dos braços. Células de tumores malignos podem viajar por estes caminhos para outras partes do corpo, para onde eles possam continuar a crescer. Este processo é denominado metástases.

Câncer metastático é o nome para a parte do corpo onde ele iniciou. Por exemplo, se o câncer de mama disseminar para os pulmões, ele é chamado de câncer de mama metastático, e não de câncer de pulmão.

O câncer pode iniciar em qualquer parte do corpo. Tumores são chamados pelo tipo de célula onde o câncer iniciou. Por exemplo, carcinomas começam na pele ou em tecidos que cobrem a superfície de órgãos internos e glândulas. Sarcomas começam no tecido conectivo, como músculos, gordura, cartilagem, ou ossos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Idoso aposentado por invalidez poderá ficar isento de exame médico pericial

O aposentado por invalidez com idade igual ou superior a 60 anos poderá ficar isento de submeter-se a exame médico-pericial. A proposta, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) e que se destina a beneficiar todos os aposentados pelo Regime Geral da Previdência Social (RGPS), está pronta para entrar na pauta de votações da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde tramita em decisão terminativa.

Dica da semana

A série "Câncer -direitos dos pacientes", produzida pela Rede Feminina de Combate ao Câncer do Estado de São Paulo, contém 9 vídeos informativos para quem quer conhecer mais sobre auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, planos de saúde, fornecimento de medicamentos, isenção de impostos, quitação de imóveis, entre outros assuntos. A série está em andamento, mas alguns vídeos já estão disponíveis. Os vídeos têm o formato de "verdadeiras aulas", explica o Dr. Paulo Benevento: " - Para que pessoas, com qualquer formação e escolaridade possam compreender as informações que são passadas". Não deixe de acompanhar.

Onco Vídeos - direitos dos pacientes

Onco Vídeos - Direiros dos pacientes

domingo, 15 de fevereiro de 2009

1º Baile de Máscaras - Eletromídia ABC


Na última sexta-feira, aconteceu o 1º baile de mácaras, no Espaço Figueiras, em Santo André. O evento foi idealizado pela Eletromídia ABC, com a finalidade de arrecadar recursos para a Rede Feminina de Combate ao Câncer do Estado de São Paulo e para as outras entidades beneficentes de Combate ao câncer da região. Como de costume, o casal,Cirlene e José Paulo, anfitriões e proprietários da Eletromídia ABC, organizaram um magnífico evento, alegre e repleto de surpresas.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Mensagem do Diário do Grande ABC

Poucas pessoas no mundo são capazes de abdicar dos momentos de lazer e do convívio pleno com seus familiares para doar carinho, afago, apoio e colo a um desconhecido. Poucas são capacitadas a dar amor e força aos carentes e necessitados. Poucas conseguem ultrapassar a barreira de preconceitos e de injustiças para estender a mão a quem foi ao solo. E tem horas na vida que essas pessoas são tão importantes, tão imprescindíveis e fazem tão bem. O trabalho desempenhado pelas voluntárias da Rede Feminina de Combate ao Câncer é fundamental a quem atravessa esse processo patológico tão doloroso. O Diário do Grande ABC se curva e reverencia voluntariado tão nobre e oferece este espaço a todos que buscam informações, conselhos, orientações e, principalmente, carinho dessas mulheres guerreiras.


Lola Nicolás
Diretora de Redação

Mensagem da Rede Feminina de São Caetano do Sul

Ser voluntário é a maior prova de amor que a pessoa pode demonstrar para com seu semelhante.

Podemos ajudar, esclarecendo as pessoas. Recomendando que procurem medidas preventivas, pois a prevenção é o melhor caminho para a cura. Nós voluntárias, temos o dever e a obrigação de passar informativos para pequenos grupos, para que eles mesmos sejam nossos agentes multiplicadores de informação. É importante ensinar o auto exame das mamas, orientar as mulheres, para que consultem o ginecologista, pelo menos uma vez por ano, incentivar o não abuso do álcool e o abandono do tabagismo. Levando-se uma vida saudável, com alimentação equilibrada e, praticando-se algum tipo de esporte, certamente, afastaremos o câncer e outros tipos de doença, também.

Lembre-se disso: nos diagnósticos precoces do câncer, a chance de cura é de 95%. Esse mal deixou de ser o "bicho papão" de décadas passadas, em que estar com câncer era o mesmo que receber o atestado de óbito.

Milza Garcia
Presidente da Rede Feminina de
Combate ao Câncer de São Caetano do Sul

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Eventos

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Vídeos informativos

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Artigos

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Políticas públicas

No dia 28 de maio será instalada a Comissão de Desenvolvimento de Políticas Públicas para o Combate ao Câncer da 39ª subseção da OAB. Os trabalhos de estruturação da comissão vem sendo desenvolvido a meses. Estamos nos esforçando para criar um corpo de colaboradores de primeira linha. As reuniões serão mensais, alternando-se entre a Casa do Advogado, em São Bernardo do Campo e a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Após o cerimonial de instalação, toda a atividade da comissão será registrada neste espaço.

Sobre o câncer

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Prevenção

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Boas-vindas

Voluntário é o cidadão que doa seu tempo, trabalho e talento, de maneira espontânea e não remunerada, para causas de interesse social e comunitário, que beneficiam pessoas e melhoram a qualidade de vida da comunidade. Basta decidir ajudar. O importante é assumir o compromisso com aquilo que se pode cumprir. Obrigada por visitar nosso site!Espero que encontre o que procura.

Vera Monari
Presidenta da Rede Feminina de Combate ao
Câncer do Estado de São Paulo

Palavra do editor

O câncer, de alguma forma, sempre aponta para uma reinterpretação do mundo. Ele altera a percepção da vida, realoca valores e restabelece prioridades. Há um despertar, para uma nova relação de apego e de desapego. E essa re-significação inaugura um processo dramático de aprimoramento. O paciente adquire a capacidade de reconhecer a importância das coisas que realmente importam. Nós temos o privilégio de lidar com essas pessoas. Festejamos suas vitórias, choramos todas as perdas, mas não abrimos mão deste ministério. Este site foi feito para você e para todos nós, porque, a bem da verdade, não há uma pessoa a quem este tema não diga respeito. Agradecemos ao Diário do Grande ABC, pela atenção dada ao projeto, à Eletromídia ABC, pelo apoio e incentivo e também a todos os nossos colaboradores, que, certamente, farão do OncoSP, um marco na disseminação de informação de qualidade sobre o câncer.

Paulo Benevento.
Diretor Jurídico da Rede Feminina de Combate ao Câncer do Estado de São Paulo.
Diretor Jurídico da Rede Feminina de Combate ao Câncer de São Caetano do Sul.